Principais Noticias 21/09/2021

Bolsonaro leva a ONU defesa do tratamento precoce e crítica a medidas sanitárias


Em seu terceiro discurso na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas, o presidente Jair Bolsonaro levou ao principal palco mundial a defesa do chamado “tratamento precoce” contra Covid-19 e criticou medidas sanitárias adotadas pelo mundo, apontando essas estratégias como responsáveis por inflação.


Bolsonaro afirmou não entender porque vários países e a imprensa criticam o tratamento precoce –uso de medicamentos que não tiveram sua eficácia comprovada contra o coronavírus– e afirmou que a “ciência e a história saberão julgar aqueles que foram contra”.


O presidente disse ainda ser contrário a medidas como passaporte sanitário, do tipo adotado pela cidade de Nova York, e afirmou que todos os brasileiros “que desejarem” estarão vacinados até o final do ano. Bolsonaro é o único chefe de Estado do G20, grupo das maiores economias do mundo, a não ter se vacinado.


Fonte: MoneyTimes


Na ONU, Bolsonaro diz que Brasil tem tudo o que investidor procura


O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, em seu discurso na Assembleia-Geral da ONU, que o Brasil tem tudo o que os investidores procuram.


Procurando passar uma imagem positiva, em um momento em que o Brasil registra um dos números mais altos de casos e mortes por Covid-19 no mundo, Bolsonaro afirmou que o país recuperou sua credibilidade perante o mundo.


De olho num dos pontos mais criticados de seu governo, a política de meio ambiente, o presidente destacou que a 84% da floresta amazônica está intacta e que nenhum país do mundo tem legislação ambiental tão completa quanto a brasileira.


Fonte: MoneyTimes


Bolsonaro na ONU: “Meu governo recuperou a credibilidade externa do Brasil”


O presidente Jair Bolsonaro abriu, pela terceira vez, a assembleia geral da ONU. Sob aplausos frios e protocolares dos chefes de Estado, o ex-capitão fez um discurso muito mais focado em sua base eleitoral, do que na construção de uma imagem positiva do Brasil no exterior.


Bolsonaro repisou temas já vistos, como o de que sua eleição evitou que o Brasil mergulhasse no socialismo, que seria caracterizado pelos prejuízos das estatais e pelo uso do BNDES para financiar obras em “países comunistas”. E acrescentou: “o Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a constituição, valoriza a família e deve lealdade ao seu povo. E isso é muito.”


Sem corrupção


Envolvido em suspeitas de prevaricação, por conta de negociações entre o Ministério da Saúde e empresas que desejavam vender vacinas ao governo, e vendo seus filhos investigados por supostos esquemas de rachadinha em seus gabinetes, Bolsonaro repetiu que o governo está “há dois anos e oito meses sem qualquer caso concreto de corrupção.”



Depois de causar embaraço na diplomacia brasileira por ser o único chefe de Estado que não se vacinou para ir à assembleia da ONU, Bolsonaro atacou frontalmente os países que condenaram o chamado “tratamento precoce”, composto por um coquetel de remédios sem comprovação científica, como a cloroquina.


“Não entendemos porque muitos países se colocaram contra o tratamento precoce. A história e a ciência saberão julgar a todos”, profetizou.


Futuro verde


Na área econômica, procurou mostrar o Brasil como um destino seguro para os investimentos internacionais, com uma agricultura sustentável e uma legislação ambiental avançada. “Nenhum país do mundo possui uma legislação ambiental tão completa quanto o nosso, e que deve servir de exemplo para os outros países do mundo”, afirmou.


Em seguida, emendou: “o futuro do emprego verde está no Brasil, com sua agricultura sustentável e energias renováveis”.


Bolsonaro também abordou as manifestações de Sete de Setembro, quando atacou o STF e ameaçou não cumprir decisões judiciais. O presidente afirmou que os atos, que repercutiram por todo o mundo e levantaram dúvidas sobre a saúde da democracia brasileira, foram demonstrações “pacíficas” de cidadãos para “defender a democracia e apoiar o meu governo.”


Por último Bolsonaro afirmou que seu governo “recuperou a credibilidade externa” do país.


Fonte: MoneyTimes


Ações: Méliuz, Via e Banco Pan lideram entre as altas no Ibovespa nesta manhã


O Ibovespa tenta se recuperar da queda de ontem, subindo 0,64%, aos 109.541 pontos, no início desta manhã, às 10h30. A alta é puxada pela Méliuz (SA:CASH3), Via (SA:VIIA3) e Banco Pan (SA:BPAN4). Na outra ponta, Raia Drogasil (SA:RADL3), CSN (SA:CSNA3) e Gerdau (SA:GGBR4) lideram entre as baixas.


Cosan (SA:CSAN3) - O conglomerado Cosan fechou contrato com a Mansilla Participações para comprar uma fatia de 47% na gestora de propriedades agrícolas Radar por um valor líquido de R$ 1,479 bilhão. As ações avançam 0,61%,a R$ 23,16.


BrasilAgro (SA:AGRO3) - A Brasilagro vendeu, por R$ 130,1 milhões, parte da Fazenda Rio do Meio, localizada no município de Correntina (BA), conforme fato relevante divulgado ao mercado. Segundo o comunicado, o valor do negócio é equivalente a 250 sacas de soja, cerca de 45,5 mil reais, por hectare útil. Os papéis disparam 2,49%, a R$ 28,44.


Energisa (SA:ENGI4) - A Energisa contratou um financiamento de R$ 166 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o empreendimento da Energisa Tocantins Transmissora (ETT). O custo desse financiamento é de IPCA mais 4,90% ao ano, com prazo de 238 meses, sendo 38 de carência e 200 meses de pagamentos mensais de juros e amortização. As ações sobem 1,96%, a R$ 15,09.


Raizen (SA:RAIZ4) - A Raízen anunciou sua primeira venda de longo prazo para gás natural renovável, ou biometano, com a Yara Brasil Fertilizantes, em um contrato de cinco anos, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira. O volume envolvido na transação é de 20 mil metros cúbicos por dia, acrescentou a companhia que é controlada pela Cosan. Os papéis se valorizam 0,84%, a R$ 7,17.


Braskem (SA:BRKM5) - A Novonor informou à Braskem que ainda não tomou uma decisão sobre a forma pela qual vai se desfazer de sua participação de controle na companhia, afirmou a petroquímica em comunicado ao mercado nesta segunda-feira. As ações ganham 1,10%, a R$ 59,03.


Gol (SA:GOLL4) - A Gol terá malha de aeronaves elétricas do tipo eVTOL, com previsão de início de operações em meados de 2025. A companhia aérea assinou, em conjunto com o Grupo Comporte, do acionista controlador, protocolo de intenções não-vinculante com a Avolon para aquisição e/ou arrendamento de 250 aeronaves. Os papéis sobem 1,96%, a R$ 19,24.


Petz (SA:PETZ3) - A Petz informou que recebeu a carta de renúncia de Diogo Ugayama Bassi ao cargo de Diretor Financeiro (CFO) e de Relações com Investidores. O conselho de administração elegeu Aline Ferreira Penna Peli para as funções. Os ativos disparam 2,63%, a R$ 26,17.


Rumo (SA:RAIL3) - A Rumo Logística assinou um contrato para a construção da primeira ferrovia estadual de Mato Grosso, com investimento estimado entre R$ 9 bilhões e R$ 11 bilhões. O trecho será construído no regime de autorização. Diferentemente das concessões, o modelo prevê que 100% dos riscos fiquem nas mãos da iniciativa privada. As ações recuam 0,35%, a R$ 17,25.


Hering (SA:HGTX3) - A Cia Hering informa que a Verde Asset Management passou a deter 16.339.400 ações, equivalente a 10,05% dos papéis emitidos pela companhia. A participação é representada exclusivamente por ações ordinárias detidas à vista.


CVC (SA:CVCB3) - A CVC anunciou que concluiu a homologação de aumento de capital no valor de R$ 454,2 milhões por meio da emissão de aproximadamente 23,8 milhões de novas ações ordinárias. No decorrer da capitalização, a agência de classificação de risco Standard and Poor’s Ratings Services (S&P) elevou, em 19 de agosto, o rating corporativo da Companhia de brB para brBB na Escala Nacional Brasil, com perspectiva estável. Os papéis disparam 2,18%, a R$ 21,05.


TC (SA:TRAD3) - O TC ( Traders Club ) aprovou o programa de recompra de ações, que deve chegar a 1 milhão de ações ordinárias. O prazo para a realização de compra é de 12 meses, a partir de 21 de setembro. Essas ações serão mantidas na tesouraria. Os ativos avançam 0,82%, a R$ 6,12.


Petrobras (SA:PETR4) - O novo plano estratégico da Petrobras, que vai englobar o período entre 2022 e 2026, trará iniciativas de descarbonização, como um programa de reflorestamento de áreas degradadas. As ações sobem 0,85%, a R$ 24,86.


Fonte: InvestingBrasil.com

Você sabe quais são as diferentes gerações de criptomoedas?



Em um relatório recente, a equipe do Inter Research fala sobre as diferentes gerações de criptomoedas, comparando-as com as gerações X, Y e Z, que classifica o perfil dos investidores.


O Inter classifica o bitcoin (BTC) como o ativo da primeira geração, pois foi a primeira criptomoeda a ser lançada no mundo, em 2009.


Apesar de sua volatilidade, atuou com a precursora da tecnologia blockchain, onde milhões de pessoas podem transacionar 24 horas por dia ou a sete dias por semana e todos os dados estão publicamente disponíveis.



Embora o protocolo Bitcoin demore para implementar atualizações, o mérito está em sua rede extremamente segura, já que não passa por constantes mudanças, permitindo que usuários negociem sem a intervenção de intermediários.


Já a criptomoeda de segunda geração é o ether (ETH), pois a rede Ethereum é responsável pelo grande desenvolvimento de aplicações financeiras, como os famosos tokens não fungíveis (NFTs).


Todo esse desenvolvimento se deu graças à utilização de contratos autônomos (ou “smart contracts”), que executam, de forma automática, diversas funções pré-estabelecidas.

Orlando Telles: “Winner takes all” – entenda o que são plataformas de contratos inteligentes



Inter menciona o “problema do oráculo”, em que informações geradas pelo próprio blockchain podem não estar acessíveis por agentes externos e vice-versa:


Para fazermos um contrato futuro sobre o café, a Blockchain onde está armazenado o contrato precisaria ter acesso ao preço dessa commodity, já que essa informação pode alterar as obrigações das partes envolvidas.

Logo, alguém de confiança precisaria providenciar esse tipo de dado cuja origem é off chain (fora da blockchain).



Chainlink é uma rede que visa solucionar esse problema, pois fornece mais de 50% dos dados utilizados pelas diferentes aplicações do setor de finanças descentralizadas (DeFi).


Já a criptomoeda de terceira geração é o token da rede Cardano (ADA), cujo blockchain deseja ser a “internet dos blockchains”.


É a favor da interoperabilidade, ou seja, da conexão entre diferentes blockchains, que lidam com diferentes tipos de dados e linguagem de programação, mas podem se comunicar entre si.



Polkadot (DOT) também é um grande nome dentre as redes de terceira geração.

(Imagem: Messari)


Assim, fica bem evidente que os principais projetos do setor, cujos criptoativos sempre possuem alta capitalização — o número de criptomoedas em circulação —, são os que geram a maior atividade por apresentarem plataformas onde desenvolvedores do mundo inteiro podem criar os mais diversos tipos de aplicações financeiras.


Fonte: CryptoTimes


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