Principais notícias 16/09/2021

Vendas no varejo e pedidos de seguro-desemprego nos EUA



O foco permanece na economia dos EUA hoje, com dados de vendas no varejo de agosto, que serão conhecidos às 09h30, junto com os números semanais de pedidos iniciais de seguro-desemprego.


Analistas esperam que as vendas no varejo tenham caído 0,8% no mês, à medida que os consumidores redirecionam a renda disponível para serviços e para longe de bens. Os números mensais das vendas no varejo têm estado erráticos durante a primavera e o verão, embora tenham permanecido em alta de 15,8% no ano em julho, uma ilustração de como os fortes gastos do consumidor impulsionaram uma rápida recuperação da economia no início deste ano.


Espera-se que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego tenham chegado a 330.000 na semana passada, de uma mínima pós-pandemia de 310.000. A pesquisa mensal de negócios do Fed Filadélfia também está marcada.


Fonte: Investing.com


Com nova contratação, província chinesa quer monitorar ainda mais mineração cripto ilegal


Ontem (15), a Comissão de Desenvolvimento e Reforma da Mongólia Interior, região anteriormente central para a mineração cripto na China, disse que contratou uma empresa para ajudar a província a monitorar operações ilegais de mineração de criptomoedas.


A comissão contratou a Inner Mongolia Mengze Engineering Management Limited, uma semana após a empresa ter aberto seu capital ao público.

O objetivo para a Mengze – com um orçamento de US$ 46 mil do governo – é ajudar a autoridade da província a desenvolver uma unidade de inteligência e resposta para continuamente analisar e identificar possíveis operações que estejam secretamente minerando criptomoedas na região.



A contratação da companhia indica um sinal de que a China não irá relaxar suas medidas contra a mineração cripto a longo prazo, mesmo que alguns mineradores de bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) no país tenham retomado as operações – de forma secreta, majoritariamente – agora que marcam três meses desde a proibição inicial.


Fonte: MoneyTimes


Bolsonaro manda ao Congresso plano de redução de incentivos e benefícios fiscais


O presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso o Plano de Redução Gradual de Incentivos e Benefícios Fiscais, acompanhado da proposta legislativa que concretizará os termos do plano, de acordo com nota do governo.


O objetivo do plano é que ao final de oito anos os benefícios tributários sejam mantidos em patamar igual ou inferior a 2% do PIB.


Segundo a nota, o plano elaborado pela Receita prevê um corte de mais de 22 bilhões de reais em gastos tributários, sendo 15 bilhões cortados já no primeiro ano do novo plano. As demais reduções serão feitas gradualmente, por meio da não prorrogação de outros benefícios fiscais que já tinham data certa para serem encerrados e que não mais serão renovados.



A medida deriva do compromisso firmado entre o Poder Legislativo e Bolsonaro para possibilitar a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial pago durante a pandemia de Covid-19. Isso significa que seu envio cumpre um comando constitucional.


Benefícios preservados


Segundo o governo, a medida não provocará nenhuma alteração nos incentivos fiscais relativos à cesta básica, ao Simples Nacional, à Zona Franca de Manaus, às bolsas de estudantes, entre outros, que serão mantidos e não entrarão nas metas de redução. Também não interfere nas imunidades tributárias previstas na Constituição.


O projeto de lei encaminhado remete a questão, agora, ao Poder Legislativo, que fará a análise e o debate das medidas propostas pelo presidente.

As mudanças entrarão em vigor somente após serem aprovadas pelas duas Casas Legislativas e sancionadas pelo presidente. A expectativa é que o plano seja aprovado ainda este ano e iniciado em 2022.


Fonte: MoneyTimes